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Violência: os monstros existem

por Clara, em 03.02.15

Como é que um homem consegue valer-se da sua força e brutalidade na própria mulher, nos filhos que nasceram sangue do seu sangue?

Vemos casos de violência doméstica noticiados diariamente e ficamos chocados, claro que sim, mas é so naquele momento, pouco depois esquecemos. Esquecemos porque não conhecemos aquela realidade, aquelas pessoas, até ao dia em que somos postos frente a frente com essa monstruosidade, até ao dia em que alguém chega manchado de nódoas negras, até ao dia em que nos dizem que já denunciaram mas, ainda assim, não restou outro lugar para dormir que não os fundos da sua própria casa. E ficamos paralisados. Enfurecemos, enraivecemos com a impotência de não poder fazer nada. E ficamos só na esperança de que o desfecho seja o melhor e que quem tem nas mãos aquelas vidas faça o que lhe compete, salvar aquela mulher e os filhos do monstro que os aterroriza todos os dias.

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2 comentários

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fernando a 18.02.2015

D. Clara e as mulheres que violentam homens, serão monstras?
A violência de género é um caso de saúde publica e de más politicas, em especial de protecção às vitimas e no que concerne ao superior interesse das crianças, mas isso dava para escrever um livro e não uma resposta a um post num blog.
Sabe quais são os numeros da violência psicológica em Portugal de mulheres sobre homens, ultrapasse os 75% dos casos registados, em que vale tudo, inclusive alienação ou subtracção de menores até a falsas acusações de maus tratos e abusos sobre crianças.
Informe-se antes de escrever sobre monstros e monstras, talvez fique estupefacta com o que vai encontrar e menos acusadora só de monstros.
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Clara a 18.02.2015

Caro Fernando, a dirigir-se novamente a mim, peço-lhe encarecidamente, não me trata por dona. Odeio!
Obrigadinho.
Posto isto, concordo com quase tudo o que escreveu, tirando ali aquela última frase, claro está, que aqui quem escreve sou eu. Escrevo sobre o que quero, como e quando quero.
Bom, mas respondendo-lhe (que eu não quero passar por mal educada)... Claro que sim, há monstras (muito embora a palavra não soe bem), e eu sou absolutamente contra a violência psicológica e física, de mulher para homem, de homem para mulher. Mas, sabe. o que mexeu comigo e me fez escrever este post, o que me causou nojo, o que me fez chorar de indignação foi conhecer um caso concreto, sabe. Ali, à frente dos olhos. Nódoas negras na mulher, carteira e telemóvel roubados, saber que foi forçada a dormir na garagem da própria casa, com a filha, com a filha, ouviu bem, com a filha, porque o cabrão bate na mãe e na filha.
Há monstras, há sim, mas eu apenas quis falar dos monstros, em geral, e deste filho da puta, em particular. Perdoo-me o calão!

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