Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Ao meu amor eterno

por Clara, em 25.10.18

Dizer-te que, de todas as pessoas que eu já conheci, foste tu a mais cativante, a mais surpreendente, a de coração mais bonito. Foste tanto tu Aquela pessoa, que te tornaste na minha pessoa. 

Por muito que tente ou faça, não serei capaz de saber agradecer-te. Vivemos a vida, rimos e chorámos vezes sem conta, tivemos os nossos maiores tesouros a dois, realizámos sonhos e projetámos tantos outros. Perdemo-nos e soubemos reencontrarmo-nos. Falámos, muitas vezes, em recomeçar, e nunca o senti tão necessário como hoje, no dia em que celebramos dez anos do nosso casamento.

Não foram fáceis estes últimos tempos, eu sei. Mas naquele dia, no dia em que apanhei o fio condutor que liga o nosso amor, soube que era a teu lado que eu queria percorrer o resto do caminho.

O futuro só pode ser melhor, só pode trazer mais Amor. Acredito nisto todos os dias, todos os minutos, todos os segundos, e cada vez com mais força e determinação.

Que tu saibas perdoar-me .

Que eu saiba sossegar esse coração.

Que seja de sempre e para sempre.

Mais do que minha, sou tua.

E tu és o meu amor eterno!

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Setembro

por Clara, em 06.09.18

É o mês dos recomeços por excelência. Setembro é bem mais recomeço do que um Janeiro de qualquer ano. Sinónimo de nova temporada no trabalho. De novo ano letivo. De novos cortes de cabelo...

Setembro é o meu mês de memórias. Das que me marcaram profundamente.

Setembro é mês de celebração. O meu miúdo faz anos dentro de alguns dias. Vou fazer-me à vida, tenho uma festa para preparar.

...

Bom recomeço, para quem está desse lado!

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Se algum dia acreditei

por Clara, em 15.05.18

Fui sempre catalogada como "boa aluna".

Ainda na primária, fiquei dececionada por assegurar apenas o 3º lugar no Quadro de Mérito (que estupidez!). 

Mais tarde escorreguei na Matemática e fugi dela quando ingressei no ensino secundário. Hoje, acho mesmo que a ideia preconcebida de que aquela disciplina era um bicho papão ditou a minha escolha pelas humanidades. 

Não precisei nunca de ter a minha mãe a limitar o tempo de brincadeira em prol do estudo, eu mesma tinha essa consciência. No ensino superior, idem. Aluna aplicada mas também elemento presente das festas académicas, das praxes, da tuna... 

Perante as pautas, ficava muitíssimo orgulhosa sempre que um resultado ia de encontro ou superava as expectativas.

Muito embora a minha vida profissional não o exigisse, seis anos após concluir a licenciatura, decidi avançar para o mestrado, numa perspetiva de aprendizagem contínua e evolução pessoal. Aí não facilitei nada, talvez com o intuito de me pôr mesmo à prova.

Orgulho-me do percurso que fiz e do que me foi proporcionado mas lamento o facto de me subestimar e ficar envolta em inseguranças. Enquanto estou a meio do "processo", duvido de mim e das minhas capacidades. Depois lá vem a vida encarregar-se de mostrar que a palavra chave é Acreditar, e que o esforço é sempre compensado.

Para minha absoluta incredulidade, primeiro fui convidada a escrever um capítulo de um livro e, depois, a dar uma aula onde já estive, tantas vezes, como aluna e... 

continua... 

Só ainda não como nem de que jeito, mas continua, tenho a certeza. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Celebremos, pois, o post nº 100. Se as aulas com o mesmo número eram, efusivamente, comemoradas nos velhos tempos de escola, não vejo porque não assinalar o evento neste mundo blogosférico (perdoem-me se a palavra não existir, tive preguiça de confirmar no priberam).

Espero viver mais uns bons e longos anos sem esquecer aquela aula nº 100, no 9º ano, em que juntámos as mesas da sala, de modo a que se tornassem numa gigante pista de dança. Roxette, com It must have been love fez as delícias dos presentes. Eu, à data, caídinha pelo Migalhas (eh pá, Nuno, se um dia chegares a este blogue vais perceber que estou a falar de ti porque dificilmente haverá, neste país, um outro (agora) homem chamado Nuno, com apelido de Migalhas - e só não escrevo aqui a localidade com medo que, porventura, possas mesmo cá chegar e a minha vida ainda se transforma, credo!), levei um balde água fria quando vi o estúpido a dançar agarradinho a uma colega da turma. Sonsa! Roubou-me o gajo por quem eu suspirava tanto e ainda fez com que deixasse de apreciar Roxette. Porém, aquela música marcou-me p`ra vida, perdi ali um grande amor julgam o quê?, e ainda hoje gosto de a ouvir.

Por aqui não temos Roxette, nem os bolinhos e sumos comprados com os 100 escudos de cada aluno da turma. Também não temos amêndoas, que era uma coisa que ficava bem dada a época, mas o primeiro pacote tipo francês foi em menos de uma hora (não dizem que é de manhã que se começa o dia?). Temos, no entanto, um sorriso no rosto porque, apesar de ser 2ª feira, esta semana é mais pequenina, espera-se calor e muitas amêndoas, em sendo Páscoa não podem faltar amêndoas. Já tinha falado em amêndoas?

Ora então, post nº 100. Oh yeah! Chegámos longe, ah?

Autoria e outros dados (tags, etc)


A escrita é o meu espelho e, se querem saber mais sobre mim, basta que consigam ver-me para além dele.

foto do autor


Posts mais comentados


Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D




Pesquisar

  Pesquisar no Blog