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Da (minha) atualidade

por Clara, em 26.06.18

Regressei a casa, embora as obras ainda não tenham sido dadas como terminadas. Há uns pormenores que estão em falta, mas mostro aqui o "depois".

Entretanto, já se contam 2 cirurgias, no decorrer deste ano, na minha família e eu desdobro-me em cuidados. Não bastando, tenho o mais novo em lista de espera para intervenção cirúrgica do serviço de oftalmologia. 

Vou arranjando um tempinho para ver Portugal jogar.

Falta muito para as férias do meu "querido" mês de Agosto???

 

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Acordei toda fanhosa, com o corpo meio dorido e uma dor, ainda que leve, na garganta, de modos que se isto evoluir para gripe vou gramar com horas de espera nas urgências. É isso ou enfiar-me na cama e só sair de lá 2 ou 3 dias depois.

Sem pensar muito, prefiro a segunda opção. 

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Não se pode estar doente

por Clara, em 12.12.14

Consulta agendada para as 10h. Eu, otária, preocupei-me em chegar 30 minutos mais cedo, não fosse o trânsito estar complicado e o estacionamento idem. Não obstante, consideremos apenas o tempo de espera a partir da hora a que a consulta estava marcada. 

Passou-se 1 hora.

A sala de espera estava apinhada de gente.

Passou-se 1h30 e, eu, cansada de esperar resolvi perguntar à senhora que gentilmente chamava os doentes qual o ponto de situação para o médico em causa. Está atrasado, respondeu, ainda estou a chamar as consultas das 9h.

O relógio marcava 11h30. Espetacular!

Sentei-me e esperei mais uns 20 minutos, até que (aleluia) fui chamada. No consultório estive uns 3 ou 4 minutos, não cronometrei, é pena. O médico que pegou no meu processo é um novato, o anterior foi embora daquele hospital (olha a sorte dele) e gabo-lhe apenas a atitude de me ter cumprimentado quando entrei porque conheço alguns que nem isso fazem. Porém, critico-lhe tudo o resto, como sendo o facto de me estar a ver à sua frente pela primeiríssima vez, com um histórico de cirurgias feitas em ambos os joelhos, em que o objectivo da consulta seria reavaliar a situação, pois aqui a menina anda queixosa. Ora, como na consulta de há meio ano atrás o outro médico (o tal que abandonou o barco) determinou que seria necessário fazer fisio, e tendo em conta que nem sequer fui chamada para a consulta da especialidade, o sotôr resolveu ter o seguinte diálogo com a paciente (eu, portanto):

- Como tem andado?

- Igual, com algumas dores.

- Já fez a fisioterapia pedida pelo Dr. N.?

- Não, ainda nem fui à consulta, tanto quanto sei está marcada para Fevereiro do próximo ano.

- Terá que fazer isso primeiro e se depois se se justificar é que avançamos para a cirurgia, como o Dr. N. lhe deve ter explicado. Vou pedir nova consulta para Abril está bem?

- Está muito bem.

- Boas festas.

- Muito obrigado e igualmente (apetecia-me mesmo era mandá-lo para um sítio que eu cá sei mas, estamos no Natal, contive-me).

E pronto, foi isto. Pensando bem, estarei a ser generosa quando falo em 3 ou 4 minutos. Se calhar, foi um pouquinho menos!!!

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A escrita é o meu espelho e, se querem saber mais sobre mim, basta que consigam ver-me para além dele.

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