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Da (minha) atualidade

por Clara, em 26.06.18

Regressei a casa, embora as obras ainda não tenham sido dadas como terminadas. Há uns pormenores que estão em falta, mas mostro aqui o "depois".

Entretanto, já se contam 2 cirurgias, no decorrer deste ano, na minha família e eu desdobro-me em cuidados. Não bastando, tenho o mais novo em lista de espera para intervenção cirúrgica do serviço de oftalmologia. 

Vou arranjando um tempinho para ver Portugal jogar.

Falta muito para as férias do meu "querido" mês de Agosto???

 

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Vamos falar de cocó?

por Clara, em 15.06.18

Toda a gente que tem filhos sabe que há uma altura da vida deles, ali por volta dos 2 anos, em que é comum iniciar-se o desfralde.

Aos pais, o desfralde traz um misto de sentimentos. Se numas vezes rimos dos desastres, noutras ficamos à beira de um ataque de nervos.

A mim já me aconteceu o pior - espero eu que este episódio seja o topo da escalada dos desastres - que foi estar num espaço público e ter que retirar um cocó meloso da cueca do miúdo, e não consigar evitar sujar pernas, calças, meias, oh céus! Sem um mísero saco plástico na mala, tive que enfiar tudo num caixote do lixo, como se nada fosse.

Vergonha! Não me venham com merdas (desculpem o termo, mas a conversa já está tão lá em baixo...), é claro que sentimos vergonha numa situação destas, até porque ainda fui obrigada a fazer uma muda de roupa em cima duma cadeira(!), isto depois de dar umas voltas com o meu filho à procura de um fraldário e nada. 

Ultrapassado este episódio, vamos na quinta semana de desfralde e apenas com 50% de sucesso. Com o xixi tudo certo, com o cocó um problema do caraças. Não faz nem no pote, nem na sanita, com ou sem redutor. Já tentei perceber porque é que isto acontece mas não está fácil, de maneira que vou reler a literatura de psicologia acerca das teorias da recompensa... Sim, o desespero já fala por mim.

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Desfralde

por Clara, em 16.05.18

Há dias, iniciámos o desfralde do mais novo. 

No meio de alguns acidentes, algo que encaro como absolutamente normal, ele está a sair-se muito bem mas temos, efectivamente, um problema. Só faz cocó na fralda, já lá vão 4 dias, quer em casa, quer na creche. Pelo que li, é comum a muitas crianças esta resistência ao pote/sanita. Falta-me é compreender, no nosso caso concreto, o que o leva a recusar fazer cocó no pote, para ajudar a desbloquear esta situação. Hoje vamos experimentar usar o redutor de sanita, que sabe não resulta?...

 

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Logo que não seja azul e branco

por Clara, em 27.04.18

"Mãe, eu fiz a rosa para o dia da mãe, mas... desculpa! Desculpa mãe, pintei de azul, de azul claro e de azul escuro."

Aproveitei o momento para lhe explicar, mais uma vez, que podemos ser adeptos de um clube de futebol e gostar de todas as cores, mesmo daquelas que os rivais usam.

Cá para nós, as rosas vermelhas lindas de morrer! 

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Decisão de peso em Dia do Pai

por Clara, em 20.03.18

O meu filho mais velho, do alto dos seus 4 anos, já decidiu o que quer ser quando for grande: Polícia.

Ontem, num passeio a quatro no final da tarde, estávamos mesmo a chegar a casa quando ele viu dois agentes da GNR. Disse-me que queria ir dar-lhes um abraço! 

- Um abraço, filho?

- Sim, mãe, eu quero...

O pai, assim que se deu conta do pedido, deu-lhe a mão e dirigiu-se aos agentes, claro está. (O pai dos meus filhos merece que todos os dias sejam "dia do pai", como foi ontem. Ele é um verdadeiro herói aos olhos dos miúdos, e aos meus também.)

Dois agentes e um miúdo numa admiração característica da idade, diria eu. Fiquei a observar, de longe, aquela cena.

Um deles ignorou o momento e o meu receio foi que o outro, que garantidamente era um homem mais novo, lhe seguisse o exemplo. Mas não. Esse outro aninhou-se junto do meu filho, deu-lhe "cinco" com a mão, sorriu-lhe e perguntou-lhe o que queria ser quando crescesse. E foi ali, naquele exato minuto e com aquele gesto tão amável, que aquele senhor criou no meu filho a melhor imagem que ele poderá ter dos que servem a causa da segurança nacional.

Chegou ao pé de mim e disse-me:

- Quero ser polícia, mamã, quero ser polícia!

 

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Sanjo

por Clara, em 14.03.18

Conheci a marca através da pipoca e, por gostar do que vi no site, aproveitei os últimos dias dos saldos para encomendar 2 ténis do mesmo modelo e cor para os meus minis (sim, sou daquelas que gosta de ver os filhos vestidos com peças iguais, ainda que não sejam gémeos, e o mesmo acontece com o calçado).

Os ténis chegaram e, primeiro impacto, são lindos! Apesar do modelo ser giríssimo, a lona é rígida ao toque, de maneira que fiz aquela cara de quem não ficou absolutamente deslumbrada. 

Como o tempo não está propício a calçado em lona, o mais novo ainda nem usou. O mais velho calçou uma única vez, numa festa de aniversário dentro de portas, e sua mãe ia tendo um colapso quando viu o estado em que ficaram os Sanjo. Borracha muito desgastada na parte inferior da biqueira, ao ponto de parecer que o miúdo andou a fazer uma promessa de joelhos para romper tanto assim os ténis. Ou isso, ou a beleza não é de, todo, sinónimo de qualidade neste caso.

O miúdo usou os ténis durante uma única tarde, dentro de casa, e eu nem quero imaginar como eles ficarão com mais duas ou três rodagens!!! 

Caso para dizer que ser giro não basta.

 

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Olho para o relógio e vejo o ponteiro a passar as dezanove. Percebo que deixei os meus filhos no infantário durante longas onze horas e isso traz-me a pior das sensações, a culpa! Não vivo sozinha este drama mas isso não me serve de conforto.

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O meu filho, com o ar mais natural do mundo, ontem contava-me que um colega do jardim lhe deu um pontapé.

- Mamã, queres saber uma coisa da escola?

- Quero, claro.

- O R. deu-me um pontapé porque queria passar à frente.

- Hum, e tu o que fizeste?

- Nada.

- Mas, filho, tu tens que te defender!

Nem sempre foi este o meu conselho, primeiramente dizia-lhe para chamar a educadora ou auxiliar. Depois, eu própria falei com elas, mas ao que parece a situação mantém-se, pelo que não me resta alternativa a não ser incentivá-lo a dar o troco.

E ele está a levar a sério, talvez demasiado a sério. Voltando à nossa conversa, quando lhe disse para se defender, o miúdo (no alto dos seus 4 anos) diz-me isto:

- Está bem, mamã. Amanhã vou levar uma faca para lhe cortar o pescoço!

Fez-se silêncio...

 

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Rumo ao 36

por Clara, em 28.09.17

Não tarda está aí o meu aniversário. O que eu gosto de fazer anos! 36 anos é uma idade bonita e, muito embora o número possa já parecer pesado, sinto-me bem nesta casa dos trinta, com a excepção de uma porcaria que me anda aqui a consumir os nervos.

Ao que parece, tenho tendências para a hipotensão e começa a ser frequente sentir o meu corpo a desfalecer, o que deverá andar muito próximo de um desmaio (ainda não aconteceu efetivamente). Nessas alturas, em que as tonturas, os tremores e um paladar estranho na boca tomam conta de mim, fico com medo de morrer, parva que sou. Isso não vai acontecer assim, não agora que tenho 2 crianças para ver crescer, penso depois. Mas na hora, naquela hora...

Fiz uns exames que monitorizaram durante 24 horas a pressão arterial e a frequência cardíaca. Toda eu me tornei numa espécie de robocop, a sentir o braço esmirrar de 20 em 20 minutos e não foi bom. Se os resultados ajudarem a perceber o que se passa comigo, aí já digo que foi muitíssimo bom.  

Voltando ao início, faço anos dentro em breve e o meu mais velho até já escolheu a decoração do bolo de aniversário. Aposto as fichas todas em como será um estrondoso sucesso, "um bolo dos PJ Masks"! Faço 36 anos, tem tudo a ver! 

 

Nestas contas, um dia depois de levar uma mão cheia de golos, espero que o meu Benfica ande um número à frente! #rumoao37

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Levámos o mais velho ao circo. Um circo já com alguma dimensão e muito aparato, e que "prometia" justificar o preço que pagámos pelos bilhetes (até a criança de 3 anos pagou)!

O espectáculo começou com o domador e os seus três tigres. Quando acabou o número ficámos todos a assistir a uma cena muitíssimo deprimente, não posso chamar-lhe outra coisa. 

Entraram três homens para retirar o gradeamento de segurança que rodeou o palco durante a presença dos tigres. Cada um dos homens transportou, uma por uma e por diversas vezes, grades que tinham o triplo da sua altura, num esforço bem visível aos nossos olhos, já que cambaleavam imenso e até paravam para evitar uma queda. O domador, que à partida será o dono daquela parafnália toda já que se dá pelo nome do Circo, gritava para os homens "Vamos, vamoooooos", exactamente no mesmo tom que gritara antes com o tigres. E ali, parado, aos berros, em momento algum ajudou aquelas pobres almas a carregar a porcaria das grades encostadas aos ombros. 

Digo-vos, que vontade de levantar e sair naquele momento. Não o fiz pelo meu miúdo que, como é óbvio, estava numa excitação para ver o "circo". Já eu, garanto, Circo Cláudio, não obrigada!

 

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A escrita é o meu espelho e, se querem saber mais sobre mim, basta que consigam ver-me para além dele.

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