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Passam a fronteira

por Clara, em 22.07.15

E tornam o trânsito insuportável. E conduzem os carros com o símbolo da federação. E enchem as esplanadas de branco, da cabeça aos pés. E os supermercados. E as lojas. E ocupam, no mínimo, duas mesas, onde quer que estejam. E passeiam os seus bebés e as suas crianças, que são sempre muitas. E conversam sobre o estado lastimável a que chegou o nosso país. E que "lá fora" as coisas estão difíceis. E que não há emprego para mais aventureiros. E que, mesmo assim, o país que adoptaram é em tudo melhor que este.

Sejam bem-vindos, caros emigrantes portugueses. 

E boas férias.

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Homenzinhos, uns cabrões!

por Clara, em 22.06.15

Vocês que me leêm, que estão aí desse lado, atentem no que vos digo, ele há homens que conseguem acabar uma relação, traduzida num casamento com filhos, numa conversa pelo skype. E nem sequer me refiro a uma videochamada, mas sim a mensagens escritas. Não que isso faça muita diferença no caso em questão, muito embora as palavras escritas possam ser aqui uma vantagem. Se, por um lado, eliminam dúvidas, por outro, a pessoa abandonada, em querendo relembrar o filho da puta com quem se meteu, basta que consulte o histórico das conversas.

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Ai, perdoem-me o lapso, eu queria perguntar como vai essa greve? O facto de estar colada ao fim-de-semana é só uma coincidência, não é?! Esquecendo esse pequeníssimo apontamento, centremos a nossa atenção naquilo que realmente é importante. É desta vez que a vossa ausência ao serviço dará frutos? De uma coisa estou certa, para alguns pacientes já deu. Deu tanta ou mais indignação que a vossa, porque viram as suas consultas adiadas, as suas cirurgias canceladas com toda uma preparação prévia que foi para o tecto, as suas faltas ao trabalho serem em vão e por aí fora.

Aproveitem bem o fim-de-semana. Oh, lá estou eu com o meu mau-feitio. A greve, aproveitem a greve. Para reinvindicar os vossos direitos, claro.

Com este sol até ganham outro ânimo. 

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A propósito do tão falado vídeo

por Clara, em 14.05.15

Dá vontade de esborrachar as miúdas não dá? Perder a compustura e fazer com que sentissem em dobro o que fizeram ao rapaz.

Ah e tal mas a violência não se resolve com mais violência! Não senhor. Fosse o meu filho no lugar daquele miúdo e eu dir-vos-ia onde ia parar a valentia daquelas pessoinhas.

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Este blogue continuará a ser escrito pela grafia anterior ao acordo ortográfico ou, na loucura, poderá ser um mix do antigo e do novo, pelo menos até a Clara aprender todas as regras do "novo Português"!!! Aquela do "pára" que já não é "pára" mas sim "para" não consigo compreender. Algum professor desse lado se oferece a explicar?

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Do trânsito

por Clara, em 05.05.15

Alguém barafusta convosco porque fizeram qualquer coisa gravíssima (só que não) como passar para a faixa da esquerda sem dar o pisca. Levam com sinais de luzes da condutora que, irritadíssima, faz questão de usar também a linguagem gestual para vos recriminar, passando as mãos à frente dos olhos para um lado e para o outro, como quem diz tu não vês nadinha!!! E o que é que vocês fazem? Vocês retribuem, mandam a senhora para o car****, porventura, encostam o carro à espera dela e ...

Conselho de amiga (já que estamos numa de dar conselhos), optem por fazer melhor, mandem-lhe beijinhos, muitos beijinhos e digam-lhe adeus, adeus, adeus, acenando com a mãozinha, e enviem-lhe um último beijinho bem repenicado. Vão à vossa vida, ainda a cantarolar a música que passe na rádio e bem dispostinhas, como se quer.

Eu experimentei e juro que, a partir de agora, não quero outra coisa.

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Notícias que chocam

por Clara, em 09.04.15

Amparar um pai que foi capaz de matar, à facada, o próprio filho de poucos meses é uma imagem que custa a entender...

ng4122565.jpg

Daqui: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Justica/Interior.aspx?content_id=4501567

 

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Dos comentários no facebook

por Clara, em 08.04.15

Há caixas de comentários que se assemelham a caixotes do lixo, daqueles mesmo sujos, pegajosos, que causam repulsa e náuseas. Em publicações de jornais/revistas, por exemplo, a ofensa e o ataque gratuito é de tal ordem que lendo 10 ou 20 comentários percebe-se o quão este mundo está perdido! As pessoas entram em verdadeiros duelos escritos só porque divergem na opinião ou interpretação dos factos. Porquê? Pá! A sério, porquê?

Não sendo isso, por si só, já demasiado mau, ainda se escreve tão, mas tão mal que até mete dó. "Interçados", really? É demais p´ra mim.

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Pedro e as dívidas à Segurança Social.

Pedro e a fuga ao fisco.

Pedro ...

 

Medo das próximas edições!

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Trabalhar, eu?

por Clara, em 03.03.15

Eu sei, eu sei bem que não está nada fácil a conjuntura para quem procura emprego, que o mundo empresarial está muito aquém de oferecer estabilidade profissional, que as oportunidades são poucas... eu sei. Já vivi um período sem trabalho e foi, seguramente, muito mau. Enviei mil e uma candidaturas espontâneas, concorri a anúncios, fui a entrevistas onde senti manifesta discriminação por ter "habilitações a mais" (sim, ouvi isto da boca de um empregador). Estava disposta a trabalhar, independentemente da minha formação e grau académico. Sim, sim, pensam vocês, isso é tudo muito bonito dito dessa forma.

E, afinal, conseguiste?

Consegui. Um emprego numa escola onde fazia trabalho administrativo, atendimento e limpeza. Sim, limpeza das salas, dos corredores, dos WCs. Não sentia vergonha naquilo que fazia mas lembro-me de misturar as lágrimas de revolta no balde da água das limpezas porque, de quando em vez, a revolta sobrepunha-se. Mas não me passou pela cabeça deixar aquele trabalho e continuei até , finalmente, surgir uma nova oportunidade na minha área.

E é por isto que me custa imenso aceitar que haja tanta gente a usar qualquer pretexto para recusar um emprego. Basta que falhe ali qualquer coisinha nas expectativas da pessoa e, voilá, nao serve. Fico tão, mas tão irritada quando me deparo com alguém assim.

Pior, o sistema passa a mãozinha na cabeça destas pessoas!

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A escrita é o meu espelho e, se querem saber mais sobre mim, basta que consigam ver-me para além dele.

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