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Está explicado! Ninguém deseja, a partir de agora, a chegada do Verão. Nem mesmo S. Pedro fará por isso, tenho a certeza.

Fiquei lavada em lágrimas, de rir e chorar, quando vi esta preciosidade.

Atentem bem na qualidade da música, letra, e da voz que canta aos quatro ventos "O Verão é nosso". O videoclipe? Não tenho palavras...

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SOCORROOOOOOOOOOOOOOOOOO!...

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Em 3, 2, 1... começaram as obras.

Aqui, a casa de banho, alvo de remodelação total. Lindinha, não era?

Ai, aquele azulejo trabalhado! Palpitações...

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Sobe, sobe, combustível sobe...

por Clara, em 21.05.18

Abasteci gasóleo esta manhã, ao simpático preço de 1.479€/lt...

Se, ao invés de fazer a viagem de carro, optasse por andar a pé ficava em forma num instante e ainda me livrava do stress do trânsito (não esqueci o episódio de sexta). Melhor do que isso, poupava muuuuuuuuuitos euros em combustível. 

Porém, caminhar quase 100 km por dia é capaz de ser um nadinha complicado!

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Na estrada, somos todos os maiores

por Clara, em 18.05.18

Um cabrãozinho (começo logo assim para qualificar o tipo de pessoa que faz isto) gesticula com as mãos depois da minha pessoa o ter feito, em protesto pela sua paragem repentina, sem dar um filha da mãe de um pisca, ou os quatro, ou qualquer porcaria que me indicasse que o senhor ia parar, em plena faixa de rodagem, para... deixar o filho (presumo eu). 

Pensamento do cabrãozinho: O portão da escola ali a uns metros, o menino tem que ficar à portinha, nem que para isso eu tenha de parar o meu carro aqui, de repente, sem dar qualquer sinal a quem está atrás de mim. Quem lá vem ponha o pé no travão, se não quiser enfaixar-se aqui na minha traseira.

Quem estava atrás do cabrãozinho? Eu.

E o que é eu fiz? Travão a fundo, claro.

E depois? Falei sozinha, e usei as mãos para perguntar à minha pessoa o porquê de existirem condutores assim, que acham que podem tudo e os outros que se amanhem. Notem que nem buzinei, coisa rara! Mas, ainda assim, o tipo indignou-se com o meu gesticular de mãos.

E - perguntam vocês - o que é que ele fez, Clarinha? Eu conto-vos, que eu cá preciso de desabafar.

O machão, a que carinhosamente chamo aqui de cabrãozinho, decidiu gesticular mais ainda, dono da razão, e abriu a sua porta, numa clara tentativa de vou resolver isto com duas chapadas na fucinheira da gaja. Ou pensou duas vezes, ou percebeu que a criança que transportava assistia àquela cena deprimente, ou qualquer outro motivo fez com que voltasse a fechar a porta e arrancasse em modo velocidade furiosa.

Lindo! Pá, que lindo que foi.

Olhem, ainda tirei a matrícula, pelo sim, pelo não. E sorri-lhe, mas a tremer da cabeça aos pés...

Chamei-lhe tantos nomes, tantos e tão feios, que cabrãozinho se torna um elogio.

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Desfralde

por Clara, em 16.05.18

Há dias, iniciámos o desfralde do mais novo. 

No meio de alguns acidentes, algo que encaro como absolutamente normal, ele está a sair-se muito bem mas temos, efectivamente, um problema. Só faz cocó na fralda, já lá vão 4 dias, quer em casa, quer na creche. Pelo que li, é comum a muitas crianças esta resistência ao pote/sanita. Falta-me é compreender, no nosso caso concreto, o que o leva a recusar fazer cocó no pote, para ajudar a desbloquear esta situação. Hoje vamos experimentar usar o redutor de sanita, que sabe não resulta?...

 

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Se algum dia acreditei

por Clara, em 15.05.18

Fui sempre catalogada como "boa aluna".

Ainda na primária, fiquei dececionada por assegurar apenas o 3º lugar no Quadro de Mérito (que estupidez!). 

Mais tarde escorreguei na Matemática e fugi dela quando ingressei no ensino secundário. Hoje, acho mesmo que a ideia preconcebida de que aquela disciplina era um bicho papão ditou a minha escolha pelas humanidades. 

Não precisei nunca de ter a minha mãe a limitar o tempo de brincadeira em prol do estudo, eu mesma tinha essa consciência. No ensino superior, idem. Aluna aplicada mas também elemento presente das festas académicas, das praxes, da tuna... 

Perante as pautas, ficava muitíssimo orgulhosa sempre que um resultado ia de encontro ou superava as expectativas.

Muito embora a minha vida profissional não o exigisse, seis anos após concluir a licenciatura, decidi avançar para o mestrado, numa perspetiva de aprendizagem contínua e evolução pessoal. Aí não facilitei nada, talvez com o intuito de me pôr mesmo à prova.

Orgulho-me do percurso que fiz e do que me foi proporcionado mas lamento o facto de me subestimar e ficar envolta em inseguranças. Enquanto estou a meio do "processo", duvido de mim e das minhas capacidades. Depois lá vem a vida encarregar-se de mostrar que a palavra chave é Acreditar, e que o esforço é sempre compensado.

Para minha absoluta incredulidade, primeiro fui convidada a escrever um capítulo de um livro e, depois, a dar uma aula onde já estive, tantas vezes, como aluna e... 

continua... 

Só ainda não como nem de que jeito, mas continua, tenho a certeza. 

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A escrita é o meu espelho e, se querem saber mais sobre mim, basta que consigam ver-me para além dele.

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