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Rumo ao 36

por Clara, em 28.09.17

Não tarda está aí o meu aniversário. O que eu gosto de fazer anos! 36 anos é uma idade bonita e, muito embora o número possa já parecer pesado, sinto-me bem nesta casa dos trinta, com a excepção de uma porcaria que me anda aqui a consumir os nervos.

Ao que parece, tenho tendências para a hipotensão e começa a ser frequente sentir o meu corpo a desfalecer, o que deverá andar muito próximo de um desmaio (ainda não aconteceu efetivamente). Nessas alturas, em que as tonturas, os tremores e um paladar estranho na boca tomam conta de mim, fico com medo de morrer, parva que sou. Isso não vai acontecer assim, não agora que tenho 2 crianças para ver crescer, penso depois. Mas na hora, naquela hora...

Fiz uns exames que monitorizaram durante 24 horas a pressão arterial e a frequência cardíaca. Toda eu me tornei numa espécie de robocop, a sentir o braço esmirrar de 20 em 20 minutos e não foi bom. Se os resultados ajudarem a perceber o que se passa comigo, aí já digo que foi muitíssimo bom.  

Voltando ao início, faço anos dentro em breve e o meu mais velho até já escolheu a decoração do bolo de aniversário. Aposto as fichas todas em como será um estrondoso sucesso, "um bolo dos PJ Masks"! Faço 36 anos, tem tudo a ver! 

 

Nestas contas, um dia depois de levar uma mão cheia de golos, espero que o meu Benfica ande um número à frente! #rumoao37

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A "distâncianet" que nos separa

por Clara, em 22.09.17

Gosto de afectos! Sou de mimos, de toque, de presença, de coração aberto e preocupado com tudo e com todos os que me dizem respeito.

Sou de telefonemas, de mensagens, de palavras, e até de imagens, mas dirigidas à pessoa e não ao mundo inteiro.

E, cada vez mais, sou de contacto directo, de beijos, de abraços apertados que quase cortam a respiração.

O mundo virtual dá um pontapé nisto tudo e transforma as pessoas em frases soltas e em fotografias com filtros! Tenho uma das minhas pessoas a viver a anos luz de distância. São muitos os quilómetros que nos separam, mas toda a gente diz "hoje é fácil ser emigrante, com a internet..." Não há dia que não tenha notícias dela, verdade, mas as notícias não são para mim porque não é comigo que ela fala. Ela comunica através da partilha de frases feitas e de fotos a fazer boquinha de pato. Nem em dias especiais ela abandona as redes sociais. De que me serve um parabéns escritos com letra bonita e olhos em forma de coração? "Saudadesssssss", escreveu ela, num post que já conta com muitos likes

Eu gosto de afectos, já disse?! E preocupo-me, e sofro, e carrego os problemas dela, e tento resolver, e ajudo, e estou lá quando chama.

Nem o telefone tocou em dia de aniversário...

Primeira resolução para 2018. Eu, em primeiro lugar.

 

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Músicas que falam por mim #4

por Clara, em 27.06.17

"Ali
Eu soube que era amor para a vida toda
Que era contigo a minha vida toda
Que era um amor para a vida toda"

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Tenho medo das palavras

por Clara, em 23.06.17

Expresso-me melhor a escrever do que a falar, digo eu que, às tantas, não faço bem nem uma coisa nem outra.

Tenho uma pessoa de quem gosto muito a precisar de um "vai tudo correr bem" ou um "vai dar certo"... Uma amiga, que é também colega de trabalho, relativamente recente minha vida, está a passar por momentos complicados, por uma fase menos boa.

Eu, tão magoada que fui nestas coisas da amizade, quero ter a capacidade de não catalogar toda a gente na mesma categoria, e mostrar a essa pessoa que lhe dou a mão, e o braço se também for preciso.

Eu que, ao longo dos últimos anos, quis manter um distanciamento confortável nas ligações que criei com colegas de trabalho, deixei que desta vez fosse diferente. Não posso não alimentar uma amizade só porque tenho medo. E, portanto, o meu receio agora passa por não ter a palavra certa, no momento certo, porque nisto das palavras eu não sou a melhor. Conforta-me saber que estando eu no seu lugar, o silêncio no colo de uma amiga seriam o bastante para me sentir melhor.

Com isso, com essa presença, os que preenchem o meu coração poderão sempre contar! Ela não será excepção...

 

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Do DIU

por Clara, em 27.04.17

Et voilá, cá estamos, já com um novo corpo dentro do meu próprio corpo. Assustador, não é? Não é nada, descanse quem estiver desse lado, a pesquisar sobre o assunto e que, por mero acaso, veio aqui parar.

Bom, obviamente que nem tudo se dá com a facilidade e descontracção de quem vai beber um café, mas também não é o terror dos terrores. Ah, e a embalagem do DIU (pelo menos, do Mirena) tem um efeito dissuasor pelo seu tamanho mas vai a ver-se e, afinal, aquilo é mesmo pequeno e parece inofensivo. Portanto, não desistam logo aí.

A introdução propriamente dita é, digamos, desconfortável. E dói. Um bocadinho, mas dói. Claro que ficar nervosa não ajuda, o ideal é ir respirando fundo várias vezes e relaxar os músculos.

O meu útero foi (e continuará a ser) um bocadinho sacana! Tem uma forma um pouco diferente do habitual e, até o médico perceber isso, as sucessivas tentativas não produziam o feito desejado. Uns 15 ou 20 minutos depois, finalmente, estava no sítio.   

Agora só daqui a 5 anos é que volto a preocupar-me com a assunto, se me lembrar, claro. Não é fantástico?

Mentira. Daqui a 3 meses volto ao consultório para avaliar a ligação estreita que deverei, entretanto, criar com o DIU.

Olhem, que o tipo não me dê muitas chatices e efeitos secundários, é só o que eu lhe peço. Se assim for, temos todas as condições para que a relação perdure!

 

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DIU

por Clara, em 18.04.17

Alguém desse lado quer partilhar as vantagens do DIU? Pronto, digam-me só que não dói, o resto logo se vê.

Eu prometo que venho cá contar a minha experiência (ou antes, o meu tormento), agendada para daqui a 1 semana. Credo, que estou a contar os dias!

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Em saldos

por Clara, em 13.02.17

Já se sabe que mulher com filhos, sobretudo se forem bebés, tem imenso tempo e paciência para pegar nas crias, instalar toda a gente no carro, enfiar tralhas para a bagageira, e ir bater perna para o shopping, na esperança de encontrar uns trapinhos nos saldos que estão mesmo a terminar. Isto, no meio das cem mil pessoas que, numa tarde chuvosa de domingo, tiveram exactamente a mesma ideia. Claro que não foi o meu caso!

Acho que já fiz por aqui rasgados elogios às lojas com vendas online. Desta vez, resolvi experimentar a Pontofashion, e atirei para o carrinho peças como estas. Espero não me desiludir!

79728016-blazer-bordeaux-1.jpg_6.jpgBlazer (antes 69,80€, agora 15,00€)

79728026sp.jpgCasaco canelado (antes 35,90€, agora 10,00€)

 

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Do temporal que já lá vai

por Clara, em 07.02.17

O mau tempo chegou com muita força no final da semana passada mas já antes se havia instalado lá por casa, nas nossas vidas. Dias que em nada têm sido fáceis, não há como esconder. São problemas e probleminhas que se vão acumulando e fazem com que uma pessoa, por muito que tente contrariar, fique completamente transtornada.

Olhem, até de divórcio se falou! Influência, muito provavelmente, da separação de muitos casais que nos são próximos, só pode! Onde já se viu, duas pessoas que se amam e se querem tanto arrumarem as suas trouxinhas e ala que se faz tarde. Calma, muita calma... Tudo se compõe, a seu tempo.

E como "depois da tempestada vem a bonança" estamos naquela fase boa da reconquista, da surpresa, do mimo em doses extra... Que tudo isso nos salve!

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É tudo o que me apetece

por Clara, em 21.12.16

Depois de um dia de trabalho, e numa semana que teima em não passar (isto é a ansiedade que chegue o Natal), tudo o que me apetece é seguir da empresa para o consultório médico fazer o papanicolau. 

Convenhamos, ser mulher não é fácil!

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Em tempo de paz

por Clara, em 28.11.16

E porque a paz interior é bem mais importante, e porque temos o privilégio de escolher quem queremos nas nossas vidas, e porque eu gosto de partilhar as minhas coisas apenas com quem tem um lugar no meu coração... (este post estava muito bonito e inspirador até aqui mas agora poderão perceber um certo desdém da minha parte, que não é por acaso), removi alguns amigos do meu Facebook. Verdade!

Sei que não deve ser lá muito bonito perceber que se foi rejeitado, eliminado, enfim, até porque nesse momento a pessoa há-de cair em si e perguntar-se, caraças, que andei eu a fazer para ser banido, ficando, porém, sem resposta.

Pois então, estamos a entrar num mês que é tão especial e eu quero muita paz e sossego para a minha vidinha. Estou a modos que cansada de ver tanta porcaria por esse facebook fora, e mais, estou cansada de vê-los, palavra! Passo meses a fio sem lhe pôr os olhinhos em cima, mas no mundo virtual não há dia em que não me cruze com eles. Não quero mais, simples assim!

Olhem e às tantas fiz só um favor a mim mesma, que eu não gosto de ter ali pessoas que só fazem parte da minha vida virtualmente. Pagava para ver a expressão, e pagava bem!

Bye, bye, cunhadinhos...

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A escrita é o meu espelho e, se querem saber mais sobre mim, basta que consigam ver-me para além dele.

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