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À medida que o final do ano se vai aproximando dou por mim a rever 2014. Comecei o ano ainda de licença, com um bebé de meses no colo, extenuada mas de coração cheio de um amor gigantesco.

O regresso ao trabalho no primeiro trimestre do ano foi um golpe duro. Nem sei explicar muito bem o que senti quando deixei o meu filho na creche. E uma das auxiliares ainda perguntava se queria escolher o teu berço, filho! Creio nem ter respondido, tinha um nó na garganta que me sufocava. Mas dizia eu que retomei o trabalho, e fui encontrar uma empresa de pernas para o ar, o que também não foi fácil de encarar. A minha vida pessoal, o casamento e até a minha ligação com o bebé foi atingida pelo meu stress diário e dificuldade em controlar tudo, como eu tanto gosto de fazer. Sentir, no trabalho, tensão e desmotivação diariamente é coisa para enlouquecer qualquer um.

Os meses passaram e eu fui reclamando, ainda que em silêncio, mais tempo para mim e para eles, para os meus homens.

Agora, às portas do Natal, quero aproveitar o tempo todo, os minutos, os segundos, só para nós. Quero reencontrar-me onde me sinto bem. Quero o silêncio dos pensamentos. Quero o barulho dos sorrisos e da música natalícia. Quero tempo. Quero o nosso tempo...

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A escrita é o meu espelho e, se querem saber mais sobre mim, basta que consigam ver-me para além dele.

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